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A memória da conversa

Foto do escritor: Fabrício Delmondes
Fabrício Delmondes
há 10 horas
1 min de leitura

Uma mensagem pode estar bem escrita e ainda assim chegar no lugar errado.



Foi sobre isso que escrevi nas últimas semanas: a diferença entre trocar de canal e trocar de conversa.



Nos posts, tratei de três questões: por que uma mensagem correta pode soar deslocada, por que proximidade não é sinônimo de informalidade e por que roteiro não precisa tirar a naturalidade de ninguém.



Mas ficou de fora a parte que eu acho mais incômoda.



Quando a conversa se estica por dias e atravessa canais, o contexto deixa de se preservar sozinho.



Numa mesma sala, boa parte do contexto está disponível. Os dois estão ali, e o que foi dito há dois minutos ainda está presente na conversa.



Fora da sala, com intervalos e mudanças de canal, alguém precisa carregar esse contexto de uma etapa para a outra. E isso não acontece por si só.



É por isso que registrar o que o cliente disse deixou de ser burocracia de CRM. Virou condição para a conversa continuar.



Juntei tudo isso em um artigo: "Sua empresa mudou de canal. Mas mudou de conversa?"



São uns seis minutos de leitura, e ele termina com três perguntas para levar à próxima reunião comercial. A terceira é a mais difícil de responder de primeira: onde está a memória das suas conversas?


Segue o link para o artigo:


E se você discorda de alguma parte disso, eu quero ouvir, principalmente de quem vende em ciclo longo, onde essa questão da memória pesa mais.


 
 
 

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