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Cold call não morreu. Só deixou de ser o melhor ponto de partida de uma venda B2B.

  • Foto do escritor: Fabrício Delmondes
    Fabrício Delmondes
  • há 11 horas
  • 1 min de leitura

Cold call não morreu. Só deixou de ser o melhor ponto de partida de uma venda B2B.

Eu sei o argumento — passei boa parte da minha carreira fazendo ligações frias e fechando negócios dessa forma.


Mas o comprador mudou.


Hoje, antes mesmo de atender o telefone, ele já tomou algumas decisões:


  • Visitou seu LinkedIn.

  • Procurou alguém em comum.

  • Pesquisou sua empresa.

  • Decidiu se vale a pena responder.


O problema nunca foi o telefone.


O problema é tentar interromper alguém quando ele já escolheu onde prefere começar uma conversa.


Na maioria das vendas consultivas B2B, o primeiro contato acontece antes da primeira ligação.


Em um comentário em um post.


Em uma mensagem no LinkedIn.


Em uma troca de mensagens no WhatsApp.


A ligação continua sendo uma ferramenta poderosa.


Mas, cada vez mais, ela acontece depois que existe contexto, confiança e interesse.


Por isso, acredito que o objetivo do primeiro contato não é vender.


É conquistar o direito de continuar a conversa.


Em vez de medir apenas quantas ligações sua equipe faz, experimente observar outro indicador:


Quanto tempo ela leva para iniciar uma conversa relevante com o comprador?


Esse indicador diz muito mais sobre a qualidade da sua prospecção do que o volume de ligações.


Porque, no fim, as melhores vendas B2B não começam com uma ligação.


Começam com uma conversa que merece continuar.


E você?


Na sua última venda B2B, em que momento o telefone realmente entrou na negociação?


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