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Em 9 minutos, uma empresa perdeu a dianteira de um negócio de R$ 200 mil.

Foto do escritor: Fabrício Delmondes
Fabrício Delmondes
20 de ago.
1 min de leitura

Em 9 minutos, uma empresa perdeu a dianteira de um negócio de R$ 200 mil. Acompanhei esse caso de perto.

O cliente pediu uma proposta às 9h04. Às 9h13, um concorrente respondeu pelo WhatsApp.

Mas ele não enviou a proposta.Fez uma pergunta.

A pergunta certa abriu uma conversa. A conversa virou uma reunião.

Quando a outra empresa entrou em contato, no dia seguinte, a reunião já estava marcada. Com o concorrente.

A empresa tinha produto, preço e condições para disputar aquele negócio.

Mas, em 9 minutos, o concorrente conquistou algo que dificilmente se recupera depois: a dianteira na conversa.

Quem entra primeiro em uma conversa relevante tem a oportunidade de entender o problema antes, descobrir as prioridades e, muitas vezes, ajudar a definir os critérios da decisão.

Por isso, responder rápido não basta. Velocidade sem qualidade é pressa. Qualidade sem velocidade chega tarde.

O que faz diferença é entrar cedo na conversa, com contexto, fazer a pergunta certa e conduzir o próximo passo.

Eu chamo isso de Tempo até a Conversa Relevante.

Deveria ser um dos SLAs da operação comercial.

Não é o tempo até responder. É o tempo até conversar de verdade.

E isso não se resolve apenas colocando mais vendedores na operação. O que resolve é processo, responsabilidade e contexto disponível na hora certa.

Na sua operação, quanto tempo passa entre um comprador demonstrar interesse e alguém iniciar uma conversa de verdade?

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