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Venda B2B tradicional e venda B2B conversacional não são inimigas.

Foto do escritor: Fabrício Delmondes
Fabrício Delmondes
28 de ago.
1 min de leitura

Venda B2B tradicional e venda B2B conversacional não são inimigas.


Mas elas partem de uma lógica diferente sobre onde a venda acontece.


No modelo mais tradicional, o processo organiza a conversa:

lead, qualificação, reunião, proposta, negociação.


Cada interação tende a acompanhar uma etapa.


No conversacional, muitas vezes acontece o contrário.


A conversa começa antes da etapa.


Pode nascer em um comentário, numa mensagem, numa pergunta pelo WhatsApp ou no chat.


E o processo precisa ser capaz de acompanhar essa conversa.


Parece uma diferença pequena.


Na operação, não é.


→ Em vez de pensar apenas "em qual etapa esse lead está?", também importa entender "qual conversa está acontecendo agora?"

→ O follow-up não acontece apenas porque chegou a hora da próxima atividade. Precisa existir um motivo para retomar a conversa.

→ E responder rápido não basta. Passa a importar o Tempo até a Conversa Relevante.


Tem um ponto que costuma se perder aqui.


Não é sobre abandonar o funil.


Vi o CRM organizar operações inteiras e continuo achando que ele é indispensável.


É sobre parar de fazer o cliente esperar dentro dele.


O processo continua necessário.


Só não pode estar mais preocupado com a próxima etapa do que com a conversa que está acontecendo.

Na sua operação, quem conduz quem:

o processo conduz a conversa ou a conversa conduz o processo?


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